sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Leitura Orante

h1 Leitura OrantePreparo-me para a Leitura Orante, invocando o Espírito Santo.
Divino Espírito Santo,
em profunda adoração eu te peço:
realiza a fusão de meu coração, de minha vontade
e de minha mentalidade com Jesus.
1. Leitura (Verdade)
O que a Palavra diz?
Fixo meu olhar em Deus, através da Palavra.
Olho para Jesus . Escuto. Ele me diz: “Creia naquele que Deus enviou”.
Faço a leitura lenta e atenta do texto da Palavra do dia: Jo 6,22-29.
Em um momento de silêncio interior, recordo o que li.
O Mestre diz que a multidão o procurava porque comeu o pão e as pessoas ficaram satisfeitas, e não porque entenderam quem realizava o milagre.
2. Meditação (Caminho)
O que a Palavra diz para mim?
Atualizo e medito a Palavra, ligando-a à minha vida. Posso me perguntar: busco a Deus para satisfazer minhas necessidades ou pelo que Ele é?
Acredito que Deus sabe, antes que eu manifeste, aquilo de que necessito? Acredito que as graças de Deus para minha vida são infinitamente maiores do que aquelas que conheço?
3. Oração (Vida)
O que a Palavra me leva a dizer?
Vivo este momento em silêncio. E rezo como Jesus, entendo “o pão nosso de cada dia”como todas as graças de que necessito para viver no seu amor. Pai Nosso….
4. Contemplação (Vida)
Qual o novo olhar que a Palavra despertou em mim?
Passarei o dia a viver cada momento como graça de Deus.
Creio, Senhor Jesus, que sou parte de seu Corpo.
Eu vos adoro, amo e agradeço. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Santo do Mês


Foi no ano de 1858 que a Virgem Santíssima apareceu, nas cercanias de Lourdes, França, na gruta Massabielle, a uma jovem chamada Santa Marie-Bernard Soubirous ou Santa Bernadete. Essa santa deixou por escrito um testemunho que entrou para o ofício das leituras do dia de hoje.
“Certo dia, fui com duas meninas às margens do Rio Gave buscar lenha. Ouvi um barulho, voltei-me para o prado, mas não vi movimento nas árvores. Levantei a cabeça e olhei para a gruta. Vi, então, uma senhora vestida de branco; tinha um vestido alvo com uma faixa azul celeste na cintura e uma rosa de ouro em cada pé, da cor do rosário que trazia com ela. Somente na terceira vez, a Senhora me falou e perguntou-me se eu queria voltar ali durante quinze dias. Durante quinze dias lá voltei e a Senhora apareceu-me todos os dias, com exceção de uma segunda e uma sexta-feira. Repetiu-me, vária vezes, que dissesse aos sacerdotes para construir, ali, uma capela. Ela mandava que fosse à fonte para lavar-me e que rezasse pela conversão dos pecadores. Muitas e muitas vezes perguntei-lhe quem era, mas ela apenas sorria com bondade. Finalmente, com braços e olhos erguidos para o céu, disse-me que era a Imaculada Conceição”.
Maria, a intercessora, modelo da Igreja, imaculada, concebida sem pecado, e, em virtude dos méritos de Cristo Jesus, Nossa Senhora, nessa aparição, pediu o essencial para a nossa felicidade: a conversão para os pecadores. Ela pediu que rezássemos pela conversão deles com oração, conversão, penitência.
Isso aconteceu após 4 anos da proclamação do Dogma da Imaculada Conceição. Deus quis e Sua Providência Santíssima também demonstrou, dessa forma, a infalibilidade da Igreja. Que chancela do céu essa aparição da Virgem Maria em Lourdes. E os sinais, os milagres que aconteceram e continuam a acontecer naquele local.
Lá, onde as multidões afluem, o clero e vários Papas lá estiveram. Agora, temos a graça de ter o Papa Bento XVI para nos alertar sobre este chamado.
Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!